O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) decidiu nesta quarta-feira (25) manter a pena de Elize Matsunaga em 19 anos e um mês de reclusão. Elize foi acusada de ter matado e esquartejado o marido, Marcos Kitano Matsunaga, diretor da Yoki alimentos, em maio de 2012.
O Ministério Público entrou com um pedido de anulação do júri de 2016, o que foi negado pelos desembargadores do TJ-SP. "Os desembargadores mantiveram integralmente a decisão dos jurados", diz Roselle Soglio, advogada de Elize
O júri que a condenou em 2016 durou oito dias e foi um dos mais longos da Justiça de São Paulo. Desde junho de 2012, cerca de dois meses depois do crime, ela está presa.
Crime: Elize foi condenada por matar o marido Marcos Kitano Matsunaga com um tiro na cabeça. Depois da morte, ela esquartejou o corpo e desovou em malas em uma área de mata em Cotia (SP).
Ela confessou o crime, mas sua defesa sustenta que ela disparou para se defender das agressões dele durante uma discussão, motivada por uma traição do marido.
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